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11 de dezembro de 2010

Trapeze - Discografia.

Uma das bandas mais faladas e menos conhecidas dentro do mundo do rock é o Trapeze. 99% das revistas e sites especializados definem a banda como sendo "o power trio de onde saíram Glenn Hughes, Mel Galley e Dave Holland" (que tornariam-se famosos posteriormente com Deep Purple, Whitesnake e Judas Priest, respectivamente). Porém, na sua carreira de 13 anos, o Trapeze lançou seis álbuns de estúdio e três ao vivo, sendo que destes, apenas dois foram com a formação citada acima. 

Trapeze (1970)

O primeiro LP do Trapeze é uma pérola a ser descoberta pelos apreciadores de música. Na época de seu lançamento, o grupo tinha na sua formação John Jones (voz, instrumentos de sopro), Terry Rowley (guitarras, teclados, flauta, voz), Mel Galley (guitarras, voz), Glenn Hughes (baixo, voz) e Dave Holland (bateria, percussão). Jones era quem capitaneava as letras, enquanto Rowley comandava a composição das músicas. Ligados à gravadora London Records, o grupo contou com a produção de John Lodge (The Moody Blues) nesse primeiro álbum, que apresenta algo totalmente diferente do que o Trapeze faria depois. Canções suaves ("It's Only A Dream", "Nancy Gray", "It's My Life") mostravam ao mundo um grupo que estava começando a dar seus primeiros passos em direção ao mundo beat, mas que lutava contra o hard impregnado nas veias de Hughes, Holland e Galley ("The Giant's Dead Hoorah", "Wings", "Another Day"). Com Jones sendo o chefe-mor, a maioria das canções é cantada por ele, e Hughes ficou com apenas algumas faixas a serem interpretadas. O trabalho vocal desse álbum é digno de destaque. Faixas como "Over", "Nancy Gray", Fairytale/Verily Verily/Fairytale" e "It's My Life" demonstram que o grupo batalhava por um lugar ao sol como mais uma grande banda vocal. Destaque para as sombria "Suicide" (onde Rowley viaja no órgão) e "Am I", bem como a canção mais famosa do LP, a balada "Send Me No More Letters". 

Medusa (1970)

Rowley e Jones abandonaram o Trapeze por problemas internos com a London Records, e assim, nascia o power trio que é falado até hoje, tendo Hughes na liderança dos vocais. O LP de estreia da nova formação é uma paulada. Um disco tentando buscar raízes no funk ("Black Cloud", "Your Love Is Alright" e "Touch My Life") mas puxando muito para o rock progressivo, em canções longas como "Jury" e "Medusa". Esse álbum registra uma das melhores performances de Hughes no vocal: "Seafull". Essa canção possui o riff mais bonito da história do Trapeze, arrepiando até a unha. Para os que procuram algo do Deep Purple, ouçam "Makes You Wanna Cry" e sintam-se dentro de Come Taste the Band (1975). 

You Are the Music... We're Just the Band (1972)

O álbum mais famoso do Trapeze. Recheado de clássicos, é o disco derradeiro para Hughes ir parar no Deep Purple. Se a performance no álbum anterior era soberba, aqui ele compôs cinco das oito faixas sozinho, estraçalhando a garganta em faixas como "Coast to Coast", "What Is A Woman's Role" e "Will Our Love End". Outro destaque vai para o uso de metais e de convidados como B. J. Cole tocando slide guitar ("Keepin' Time", "Coast to Coast") e Rod Argent no piano elétrico ("Feelin' So Much Better Now" e "Loser"). Aqui, o Trapeze achava seu estilo definitivo, que seguiria nos álbuns seguintes, e ele está nas faixas "Way Back To The Bone" e "You Are The Music". Riffs abafados, batidas dançantes e refrões grudentos davam a receita para o futuro do grupo, mas agora não mais como um power trio. 

Hot Wire (1974)

Glenn Hughes foi para o Deep Purple, e para seu lugar, Holland e Galley chamaram Pete Wright (baixo) e Rod Kendrick (guitarras). Com a saída de Hughes, Galley assumiu os vocais e também o slide guitar, mantendo as melodias vocais de You Are the Music... Canções embaladas ("Back Street Love", "Take It On Down The Road" e "Make Up Shake Up") faziam do Trapeze um grupo diferente dentro do hard setentista, mesclando peso com o funk em doses exatas, propiciando ao ouvinte saúde suficiente para dançar pela sala ao mesmo tempo que batia a cabeça como um bom roqueiro. Ouça "Turn It On", "Goin' Home" e "Midnight Flyer" para verificar como a mão direita de Galley criava riffs funkeados fantásticos. Destaque maior para os quase 9 minutos de "Feel It Inside", onde vocalizações femininas transformam o Trapeze em uma cópia de Ike & Tina Turner, em um embalo sensacional. 

Trapeze (1976)

Um ano após o lançamento de Hot Wire e com o mesmo time, o Trapeze começava a entrar em decadência. As baixas vendas do álbum anterior fizeram com que Galley tivesse que recorrer a vários convidados para poder terminar esse LP. Canções excelentes acabaram ficando escondidas dentro de um dos álbuns mais injustiçados da história. "Monkey" é um boogie ZZ Topiano para Billy Gibons não botar defeito, assim como "Soul Stealer", "Star Breaker" e "The Raid" mantém o padrão de swingueira dos álbuns anteriores. Metais estão presentes em quase todo o LP, que tem seus momentos máximos com a participação de nada mais nada menos que Glenn Hughes, na ótimas balada "Chances" e na mais que Trapeze "Nothin' for Nothing". Um ótimo disco, apesar de muitos criticarem a forma como foi construído. 

Hold On (1979) 

Com Peter Goalby (que futuramente cantaria no Uriah Heep) nos vocais, o Trapeze voltou em 1978 e lançou Hold On. Novamente, Galley se cercava de vários convidados, como Marvin Spence (Wishbone Ash) e Geoff Downes (The Buggles, Yes, Asia). Apesar de ser pouco conhecido, é um bom disco, que em alguns momentos lembra a fase do Grand Funk Railroad pós-Shinin' On. São vários os pontos de destaque, como o solo de slide em "Don't Ask Me How I Know", as ótimas e dançantes "Take Good Care", "When You Go To" e "Running", essa última tendo os vocais divididos entre Goalby e Mel, e é um AOR bem interessante, que não sei como não virou trilha de alguma propaganda de cigarro. Uma das melhores faixas do LP, com certeza! Duvido que você não saia cantando o refrão que entoa o nome da faixa. Para os que procuram algo mais na linha do que o Trapeze gravara até ali, comecem o disco por "Livin' on Love", a mais funkeada do álbum, com uma bela participação de Holland. Farofeiros, ouçam "Don't Break My Heart". A bela introdução com arranjo de cordas e piano é seguida por uma embalante e grudenta canção, com frases que ficarão na cabeça por alguns dias. As cordas também aparecem em "You Are" e "Time Will Heal". O instrumental dessa última é muito bom, com as cordas fazendo um dueto com Mel, e a canção deixando aquela sensação de "como seria isso com o Hughes?". Fuja da faixa título! Goalby tentanto imitar o estilo de Hughes ao cantar não dá para aguentar. Como curiosidade, Hold On foi lançado com uma capa totalmente diferente na Alemanha, com o nome de Running, e tendo quatro belíssimas loiras totalmente nuas se expondo ao ouvinte. Só essa capa já vale o investimento. Texto: Mairon Machado. 

Integrantes.

Última Formação.

Mel Galley (Guitarra, 1969-1994)
 Dave Holland (Bateria, Percussões, 1969-1979, 1991-1994)
Glenn Hughes (Vocais, Guitarra, Baixo, Piano, Trombone, 1969-1973, 1991-1994)
Craig Erickson (Guitarra, 1994)
 

Ex-Integrantes.

John Jones (Vozes, Trompete, 1969-1970)
Pete Wright (Baixo, 1974-1981)
Terry Rowley (Teclado, Flauta, 1969-1970
Steve Bray (Bateria, 1980-1982)
Peter Goalby (Vocal e Guitarra, 1978-1981)
Rob Kendrick (Vocais, Violão, 1974-1976)
Mervyn "Spam" Spence (Vocais, Baixo, 1982)
Richard Bailey (Teclado, 1982)
Geoffrey Downes (Teclado, 1991)

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Trapeze (1970)
 
01. It’s Only A Dream
02. The Giant’s Dead Hoorah!
03. Over
04. Nancy Gray
05. Fairytale
06. It’s My Life
07. Am I
08. Suicide
09. Wings
10. Another Day
11. Send Me No More Letters
12. It’s Only A Dream


Medusa (1970)
 
01. Black Cloud
02. Jury
03. Your Love Is Alright
04. Touch My Life
05. Seafull
06. Makes You Wanna Cry
07. Medusa


You Are The Music…We’re Just The Band (1972)
 
01. Keepin’ Time
02. Coast To Coast
03. What Is A Woman’s Role
04. Way Back To The Bone
05. Feelin’ So Much Better Now
06. Will Our Love End
07. Loser
08. You Are The Music, We’re Just The Band
 


The Final Swing (Compilation And Rarities, 1974)
 
01. Send Me No More Letters
02. Your Love Is Alright
03. Black Cloud
04. Medusa
05. Coast To Coast
06. Will Our Love End
07. You Are The Music
08. Good Love (New Track)
09. Dat's It (New Track, Was Played At Live Shows For 2 Years Prior Recorded)


Hot Wire (1974)
 
01. Back Street Love
02. Take It On Down The Road
03. Midnight Flyer
04. Wake Up, Shake Up
05. Turn It On
06. Steal A Mile
07. Goin’ Home
08. Feel It Inside


Live At The Boat Club (1975)
 
01. Back Street Love
02. You Are the Music
03. Jury
04. Star Breaker
05. Way Back to the Bone
06. Medusa
07. Black Cloud
08. Sunny Side of the Street
09. The Raid


Trapeze (1976)
 
01. Star Breaker
02. It’s Alright
03. Chances
04. The Raid
05. On the Sunny Side of the Street
06. Gimme Good Love
07. Monkey
08. I Need You
09. Soul Stealer
10. Nothin’ for Nothing


Hold On (1979)
 
01. Don’t Ask Me How I Know
02. Take Good Care
03. When You Go to Heaven
04. Livin’ on Love
05. Hold On
06. Don’t Break My Heart
07. Running
08. You Are
09. Time Will Heal


Live In Texas: Dead Armadillos (1981)
 
01. Back Street Love
02. Hold On
03. Midnight Flyer
04. You Are the Music
05. Black Cloud
06. Way Back to the Bone


Welcome To The Real World Live (1992)
 
01. You Are The Music
02. Way Back to the Bone
03. Welcome To The Real World
04. Coast to Coast
05. Midnight Flyer
06. Homeland
07. Touch My Life
08. Your Love Is Alright
09. Black Cloud


High Flyers: The Best Of Trapeze, 1970/1974 (1996)
 
01. Send Me No More Letters
02. Your Love Is Alright
03. Black Cloud
04. Medusa
05. Coast To Coast
06. Will Our Love End
07. You Are The Music
08. Good Love
09. Dat’s It
10. Send Me No More Letters (US Version)

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17 comentários :

  1. Glenn Hughes apareceu pro mundo nessa banda, essencial pra todos amantes de boa música, Glenn canta horrores e um tal Mel Galley q hoje tá numa jam session eterna ao lado de outros monstros que estão no andar de cima...
    banda maldita de boa, "Medusa" e "You Are the Music…We’re Just the Band"(Vocês são a música, nós apenas a banda)um dos melhores titulos da historia são obrigatorios pra quem ama o hard setentista...
    parabéns Alex

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  2. Alex, o meu preferido é o MEDUSA, nesse com certeza a voz dele é um trator. Que energia desse cara, por isso o Blackmore não aguentou.kkkk O cara é bom demais.

    abs, Julio

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  3. Robson Kramer23/08/2011 01:19

    O Trapeze tem grandes passagens rítmicas e instrumentais, de heavy rock muito bem tocado. Se pode notar isto claramente no primeiro disco e no 'Medusa' (Seafull é uma Bela Melodia, um rock progressivo muito inspirado e orgânico, dentro daquela proposta mais refinada e artística do Progressive Rock dos anos 70).
    Todavia, embora haja passagens muito bonitas, nos primeiros discos do Trapeze,pessoalmente eu prefiro a voz de Glenn Hughes em períodos posteriores, no Deep Purple, em alguns backing vocals com Coverdale, e em sua carreira solo em início dos anos 80 - a parceria Hughes-Thrall é um momento áureo da Hughes como intérprete e cantor.
    Não obstante seu alto nível como baixista, não vejo como sendo possível, contudo, comparar a performance vocal e interpretação de Hughes, quando este ainda atuava no Trapeze, com a de Ian Gillan, e seus pulmões de aço - um poder vocal quase sobre-humano.
    Os vocais ardidos e um tanto gemidos ouvido no álbum 'Medusa' não são páreos para os poderosos e avassaladores vocais que Gillan alcançou no disco 'In Rock', por exemplo.
    Curiosamente, no projeto Hughes-Thrall, o vocal de Hughes demonstra um poderio, senão similar, pelo menos próximo ao do praticamente invencível timbre vocal de Gillan, e nisto, vemos a versatilidade deste grande músico e notável roqueiro inglês, mas que é brilhante e destacado mesmo, é no baixo.
    As bases rítmicas do Trapeze são concisas, básicas e robustas, um Heavy Rock gostoso e que, em algumas evoluções, lembra Uriah Heep.
    Recomendo que se ouça esta Brilhante Banda, pouco conhecida, mas que prestou grande contribuição ao Heavy Rock no início dos anos 70, pois, algumas de suas composições são de uma tão Grande Beleza, que não ficam a dever para nenhuma grande banda mais conhecida.

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    1. Gdes vozes, gdes monstros do rock, cada na sua fase, na sua inspiração, favor não comparar esse com aquele

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  4. Oi
    Alguns meses voltei a ecutar rock and roll, já gostava, mas eu estava em uma levada mais MPB.
    Um amigo me apresentou este site.
    Então resolvi começar do príncipio, dos anos 50 que tem algumas raridades.
    E posteriormente a década de 60, ainda estou nesse período, não apenas pela música, mas por todos o contexto historico, principalmente 68.
    O que mais tem me chamado a atenção são os sons progressivos e psicodélicos, além disso estou aprendendo muito sobre sons, bandas e variações.
    Este site é propenso ao aprendizado. O trabalho deste rapaz é maravilhoso.
    Assim como outras bandas, seguindo em ordem alfabetica cheguei na Banda Trapeze, e conclui que eles fazem um som maravilhoso. Um vocal muito bom, uma harmonia tremenda nos instrumentos e som , como pitadas de psicodêlia e viagens nos solos. Essa banda é recomedadíssima! Uma baita de uma banda! Sonzeira que você não vai se arrepender, devo salientar o album Meduza como já mencionado acima.
    A única coisa que me incomodou um pouco é que os albuns mais atuais as músicas são repetitivas dos albuns antigos, mas como melhor qualidade.

    Long Live Rock and Roll

    Rafael Pires

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  5. puta banda de hard rock,glenn e r.i.p mel galley dão show.gosto de todos os albuns.indispensavel para quem ta começando ou ja saca hard dos bons.

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  6. You Are the Music…We’re Just the Band é um disco pra sair chacoalando o esqueleto, nunca a junção de rock com soul soou tão natural, o balanço imprimido pelos riffs e solos precisos de Galley, e a cozinha com o peso groveado do baixo de Hughes aliado as baquetas de Holland dão um tempero quase sobrenatural, e o feeling que emprega o tal Hughes nas interpretações é algo à ser estudado, o caara canta com o coração na boca, é de arrepiar até o dedo mindinho...
    banda enxuta, com três integrantes que trasmitem dor e alegria num mesmo registro!!!
    é daqueles discos de se contemplar da primeira à ultima faixa...
    aliás Mr Hughes só tocou com cobras, desde Galley, passando por Blackmore, Tomy Iommi, Gary Moore entre outros
    que falta faz músicos dessa categoria nos dias de hoje,
    a década de 60 nos presenteou Beatles & Stones, mas a década de 70 deu ao mundo centenas de bandas fuderosas à serem descobertas, e aqui tá tudo à um clic, vc Alex deveria ser condecorado por compartilhar material de tamanha qualidade!!!!
    hoje só escuta Restart quem quer!!!
    se bem que Rock n' Roll é pra quem merece né não rsrs
    parabéns!!!!

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  7. Uma das melhores bandas dos anos 70 sem sombra de dúvidas!!!

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  8. Valeu msm cara, sensacional, grande banda e grande iniciativa sua disponibilizar para nós!
    Grande abraço!

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  9. Trapézio é uma grande banda. É triste que a bateria é um pedófilo. No ano de 2004, David Holland, ex-bateria banda de heavy metal Judas Priest, foi considerado culpado por um júri de tentar estuprar um jovem de 17 anos, atacou sexualmente em várias ocasiões. Cinto de todos está contaminada por sua personalidade detestável. Se esse menino foi nosso filho, nós devemos ver as coisas de outro ponto de vista? Iommi do Black Sabbath não hesitou e fez desaparecer dos créditos. O Judas seria torná-lo feliz, mas ele fez, fez.

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  10. diego lagarto25/02/2013 10:16

    Sem Comentarios, para mim glen é o melhor vocalista de todos, Mr Galley tambe é muito bom vocalista, gosto de todos albuns, mas meu preferido é o you are the music..... baita banda bah veio sem comentarios mesmo

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  11. Excelente banda con trabajos dignos de este siglo. Es necesario divulgar grupos como este.

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  12. Um blog que deveria ser de utilidade pública!! Excelente trabalho!!!

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  13. Caramba, que som incrível, do TRAPEZE.

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  14. ENORME PAGINA. LO MEJOR DE LA RED.

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  15. Trapese é sem duvida a base para uma geração do Classic Rock

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